(Rio Grande, 13 de outubro de 1866 - Rio de Janeiro, 9 de setembro de 1909).
Foi um político, militar e escritor brasileiro.
Estudou na Escola Militar do Rio Grande do Sul e, em virtude de seus ideais republicanos, inclusive fundando o jornal clandestino A Denúncia, foi suspenso. Retomou o curso somente após a proclamação da República, formando-se no curso de Estado Maior e Engenharia, em 1892. Defendeu a Barra de Rio Grande, atacada pelo almirante Custódio de Melo, durante a Revolta da Esquadra.
Foi deputado estadual, deputado federal e vice-presidente do Estado do Rio Grande do Sul. Durante seu mandato como intendente, em 1909, conseguiu a transferência dos restos mortais de Bento Gonçalves para monumento próprio.
Junto com João Simplício Alves de Carvalho, João Vespúcio de Abreu e Silva, Lino Carneiro da Fontoura e Gregório de Paiva Meira, todos engenheiros militares e professores da Escola Militar do Rio Grande do Sul, mais o engenheiro civil Álvaro Nunes Pereira, foi um dos fundadores da Escola de Engenharia de Porto Alegre.
Foi colaborador do Correio do Povo com o pseudônimo de Dr. Topsius. É autor de Professor, a primeira novela positivista brasileira, e que teve grande aceitação na época. É patrono de uma das cadeiras da Academia Rio-Grandense de Letras.
Nomeado vice-presidente por [[Carlos Barbosa Gonçalves], adoeceu pouco depois, partindo para o Rio de Janeiro, em busca de tratamento, faleceu logo depois.